Sobre a CrowdTech

Construímos a infraestrutura que gostaríamos de ter encontrado.

A CrowdTech nasceu da frustração de quem conhece o mercado de capitais por dentro: a regulação brasileira evoluiu, mas a tecnologia para operá-la não acompanhou. Resolvemos isso.

Nossa missão

"Converter regulação complexa em software escalável, para que qualquer player financeiro sério possa operar uma plataforma de investimento sem precisar construir tecnologia do zero."

Por que existimos

O mercado evoluiu. A infraestrutura não.

R$ 300k

Custo estimado para desenvolver do zero a infraestrutura tecnológica necessária para operar uma plataforma regulada pela CVM, sem contar o time interno de engenharia e compliance.

18 meses

Tempo médio de desenvolvimento até a primeira captação quando a tecnologia é construída internamente. Com a CrowdTech, esse prazo cai para cerca de 60 dias.

Contínuo

O compliance regulatório não termina no lançamento. A regulação está em constante evolução, e a CrowdTech acompanha e incorpora essas mudanças automaticamente para todos os clientes.

A CrowdTech existe porque vimos, de perto, escritórios de assessoria, securitizadoras e fintechs com operações sólidas e carteiras qualificadas perdendo janelas de mercado por não terem acesso a uma infraestrutura tecnológica adequada. Não por falta de capital ou de competência, mas por falta de uma solução que já existisse e que funcionasse.

Como pensamos o produto

Princípios que guiam cada decisão

1

Compliance by design

A conformidade regulatória não é uma camada adicionada depois do produto pronto. Está no núcleo de cada fluxo: Do onboarding do investidor à conciliação do escrow.

2

Infraestrutura invisível

O investidor final nunca sabe que a CrowdTech existe. Ele interage com a marca do nosso cliente. Essa invisibilidade é intencional e é o que torna o white-label genuíno.

3

Regulação como vantagem competitiva

A Resolução CVM 88/2022 não é um obstáculo, é o que impede concorrentes despreparados de entrar. Quem opera com compliance sólido compete em outro nível.

4

Alinhamento de incentivos

Parte da nossa receita está atrelada ao sucesso do cliente. Isso não é retórica: significa que temos razão econômica para investir em conversão, UX e evolução contínua do produto.

Quem está por trás

Time fundador

Tânia Oliveira, CEO da CrowdTech

Tânia Oliveira

CEO

Com formação em Direito, Tânia chegou à CrowdTech para estruturar a base jurídica da operação: contratos, societário, privacidade e LGPD. A proximidade com os clientes e com o processo regulatório despertou um interesse genuíno pelo mercado de capitais, e ela passou a conduzir estudos de aderência à CVM 88/2022 diretamente com os operadores. Hoje, como CEO, lidera a expansão comercial e os novos negócios com a mesma precisão que trouxe do Direito: entende o que o cliente precisa antes de falar sobre produto.

Robson Santos, CTO da CrowdTech

Robson Santos

CTO

Cientista da Computação com mais de 15 anos de experiência em tecnologia, metade deles desenvolvendo soluções para o mercado financeiro. Trabalha com plataformas de crowdfunding desde 2019 e fundou a CrowdTech a partir de uma observação direta: empresas e empreendedores promissores perdendo oportunidades reais por falta de infraestrutura tecnológica adequada. A CrowdTech é a resposta que ele gostaria de ter encontrado.

O ambiente em que operamos

Regulação que a CrowdTech não apenas segue, acompanha.

Resolução CVM 88/2022

O marco regulatório que define as regras para operação de plataformas de investment crowdfunding no Brasil, incluindo requisitos de KYC, escrow, limites de captação e obrigações de transparência. Toda a infraestrutura CrowdTech foi desenhada para atender a esses requisitos desde o primeiro dia.

Consulta Pública SDM 05/2025

A CVM está ativamente revisando a Resolução 88. A CrowdTech acompanha e participa desse processo, o que significa que nossos clientes são os primeiros a ter acesso às adaptações necessárias antes que as novas regras entrem em vigor.

Compliance contínuo incluso

Atualizações regulatórias não são cobradas à parte nem dependem de solicitação do cliente. Fazem parte da mensalidade. Porque uma infraestrutura que fica desatualizada não é infraestrutura, é risco.

Próximo passo

Conheça a infraestrutura por dentro.

Agende uma conversa técnica com nosso time: sem pitch comercial, com profundidade. Entendemos o seu modelo de negócio antes de falar sobre produto.

Sem compromisso. Com um especialista que conhece o mercado de capitais.